sexta-feira, 1 de julho de 2016
Público e privado
Observando um pouco não é muito difícil perceber que há uma disparidade no que as pessoas são em público (em maior número) e o que são na vida privativa (sós ou em menor número). É humano ter essa diferenciação, intimidade para o público, pois Jesus teve mesmo não sofrendo influência do pecado em si mesmo. Mas Jesus em público compartilhava ideias reais, a respeito de si, do Pai, do mundo e das pessoas, já na intimidade ele compartilhava sua alma (geralmente tão transparente que mostrava aquilo que é além do que os olhos poderiam ver - a transfiguração; em suas mais profundas angústias e dores, no Getsêmani). No entanto, nos humanos que sofrem a influência do pecado, desde o ventre, é comum ver uma grande diferença entre o público e o restrito, e tal diferença é pecaminosa, pois faz com que o discurso às grandes multidões não sejam evidenciados na intimidade, e vice-versa, ao contrário do que ocorreu com Jesus que um momento confirmava o outro. O que realmente se entende é que o anseio em transparecer o que não é em prol de uma ideia que segue, quer seja religiosa, política, ideológica ou cosmológica, é mais importante do que mostrar o que realmente é apesar das ideias que acredita - manutenção de um padrão histórico em detrimento da verdade do ser. Logo, pensamos que o que acreditamos necessita de nossa defesa verbal para existir, mesmo que isso não confirme o que realmente somos e vivemos!
segunda-feira, 6 de junho de 2016
Um “ser humaninho” chamado Ego
Meus desabafos são quase todos assim: “ ... ” (Silenciosos) – Percebe-se o quão profundos são?
Quando perguntado se estou bem pelos mais chegados, ou aqueles que querem desenvolver um real nível de amizade, quase sempre esta é a minha resposta: “Tudo bem.” Não há nada demais que seja sucinta e positiva a resposta a essa pergunta, no entanto, quando o sentimento pede a mais resumida e negativa das frases: “Não.”, a anterior continua sendo a minha resposta e tornando-se assim, além de uma mentira, o empecilho ao desabafo.
É possível encontrar a causa desse problema na ideologia pós-moderna que impulsiona o homem a pensar e se posicionar em qualquer aspecto da vida por meio da subjetividade, ou seja, “Eu penso assim, você de outra forma e cada um tem o seu ponto de vista.” Por sua vez, este “Não há verdade absoluta” tem nos levado a ser demasiadamente egocêntricos e relutantes a qualquer opinião contrária a nossa. Sendo assim, o temor de ser desmentido e confrontado me torna fechado à prática da confissão de meus conflitos e pecados, visto que isso abalaria meu muro de ideias subjetivas.
A Igreja Cristã contemporânea não está fora do mundo e consequentemente sofre os efeitos desta mentalidade pós-moderna que nos cerca. Facilmente podemos ver o rápido crescimento de crenças próprias em seus membros e ai daqueles que os confrontarem. As falas geralmente são assim: “Isso é pecado para você, não para mim e cada um pensa de uma forma.” Percebe-se a semelhança da frase que rege a subjetividade deste século? Essa é uma realidade antiga, no entanto, com uma nova roupagem, pois outrora Deus enviava profetas e apóstolos para exortar Seu povo a se voltar para a verdade. Mas como irão se voltar à verdade se ela não existe? O resultado desses cacos ideológicos no corpo de Cristo é a falta de um sincero relacionamento com Deus e com os irmãos.
Quem não conhece algum casal que por tantas mentiras por parte de um dos cônjuges se separaram? Há pessoas que chegam a adoecer com tantas mentiras. De fato a mentira destrói relacionamentos. Já a verdade cria pontes entre estes. Esta mentira de que não existe para o homem verdade absoluta a que possa se apegar e confiar só adoece e o leva a eterna morte. Cristo é a verdade, a ponte do relacionamento entre Deus e os homens e a eterna vida. Então, pelo o quê podemos nos guiar e ser instruídos verdadeiramente? Por Jesus, o Filho de Deus, é por intermédio dEle que Deus nos fala hoje e de maneira plena em Sua Palavra, a Bíblia Sagrada (Hebreus 1:2).
A respeito da confissão, o que Deus me diz?
Como é difícil praticar a confissão, digo por mim mesmo!
Mas Jesus me mostra que, ao contrário de mim, é sincero e já viveu aqui na terra e Sua expressa Verdade custou-Lhe a vida para a minha purificação (Hebreus 1.3). Que Deus tenha misericórdia de mim (um "ser humaninho" egocentrista) para praticar esta graça da confissão com meu irmão/amigo, pois custou-Lhe caro nos unir para ser Sua família.
Quando perguntado se estou bem pelos mais chegados, ou aqueles que querem desenvolver um real nível de amizade, quase sempre esta é a minha resposta: “Tudo bem.” Não há nada demais que seja sucinta e positiva a resposta a essa pergunta, no entanto, quando o sentimento pede a mais resumida e negativa das frases: “Não.”, a anterior continua sendo a minha resposta e tornando-se assim, além de uma mentira, o empecilho ao desabafo.
É possível encontrar a causa desse problema na ideologia pós-moderna que impulsiona o homem a pensar e se posicionar em qualquer aspecto da vida por meio da subjetividade, ou seja, “Eu penso assim, você de outra forma e cada um tem o seu ponto de vista.” Por sua vez, este “Não há verdade absoluta” tem nos levado a ser demasiadamente egocêntricos e relutantes a qualquer opinião contrária a nossa. Sendo assim, o temor de ser desmentido e confrontado me torna fechado à prática da confissão de meus conflitos e pecados, visto que isso abalaria meu muro de ideias subjetivas.
A Igreja Cristã contemporânea não está fora do mundo e consequentemente sofre os efeitos desta mentalidade pós-moderna que nos cerca. Facilmente podemos ver o rápido crescimento de crenças próprias em seus membros e ai daqueles que os confrontarem. As falas geralmente são assim: “Isso é pecado para você, não para mim e cada um pensa de uma forma.” Percebe-se a semelhança da frase que rege a subjetividade deste século? Essa é uma realidade antiga, no entanto, com uma nova roupagem, pois outrora Deus enviava profetas e apóstolos para exortar Seu povo a se voltar para a verdade. Mas como irão se voltar à verdade se ela não existe? O resultado desses cacos ideológicos no corpo de Cristo é a falta de um sincero relacionamento com Deus e com os irmãos.
Quem não conhece algum casal que por tantas mentiras por parte de um dos cônjuges se separaram? Há pessoas que chegam a adoecer com tantas mentiras. De fato a mentira destrói relacionamentos. Já a verdade cria pontes entre estes. Esta mentira de que não existe para o homem verdade absoluta a que possa se apegar e confiar só adoece e o leva a eterna morte. Cristo é a verdade, a ponte do relacionamento entre Deus e os homens e a eterna vida. Então, pelo o quê podemos nos guiar e ser instruídos verdadeiramente? Por Jesus, o Filho de Deus, é por intermédio dEle que Deus nos fala hoje e de maneira plena em Sua Palavra, a Bíblia Sagrada (Hebreus 1:2).
A respeito da confissão, o que Deus me diz?
“Confessai as vossas culpas uns aos outros, e orai uns pelos outros, para que sareis. A oração feita por um justo pode muito em seus efeitos. Tiago 5:16.”
Como é difícil praticar a confissão, digo por mim mesmo!
Mas Jesus me mostra que, ao contrário de mim, é sincero e já viveu aqui na terra e Sua expressa Verdade custou-Lhe a vida para a minha purificação (Hebreus 1.3). Que Deus tenha misericórdia de mim (um "ser humaninho" egocentrista) para praticar esta graça da confissão com meu irmão/amigo, pois custou-Lhe caro nos unir para ser Sua família.
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